terça-feira, 30 de junho de 2009

Virou Notica...

Preço da Gasolina




Hoje as 8:30 da manhã o vereador Zéca Bombero concedeu entrevista para Alexandre Pereira:


Nós temos a gasolina mais cara da região", diz o vereador Zeca Bombeiro. O parlamentar continua buscando explicações sobre o preço do combustível na cidade de Blumenau. Ele falou recentemente na tribuna do legislativo da possível existência de um cartel nos postos do município, a maioria cobrando R$ 2,59 o litro da gasolina. O parlamentar ressaltou ainda que "é inadmissível que outras cidades catarinenses conseguem praticar preços mais baixos que nossa cidade". Vai entender.


sábado, 27 de junho de 2009

Pronunciamento do Dia 25/06

ZECA BOMBEIRO: AUDIÊNCIA SOBRE VIOLÊNCIA ESCOLAR


O fato de os estudantes estarem cada vez mais violentos, chegando ao ponto de ameaçarem diretores de escola, preocupa o vereador ZECA BOMBEIRO (PDT). Ele alertou que algo deve ser feito referente às gangues, que existem em todas as escolas. O pedetista anunciou que vai encaminhar um requerimento solicitando a realização de uma audiência pública com diretores de escolas e profissionais de segurança pública.


Em outro momento, voltou a criticar o elevado preço do combustível em Blumenau. Ele constatou que os municípios de Taió, Salate, Ascurra, Gaspar, Itajaí e Penha oferecem preços menores pelo litro de combustível. "Quero uma explicação plausível do porquê de Blumenau ter o preço mais caro do estado. Se nas outras cidades eles vendem a R$ 2,29 eles estão lucrando, ninguém vai trabalhar no vermelho. O que não pode acontecer é as pessoas pagarem mais caro sem saber por que". Diante disso, pediu que o sindicato dos postos de gasolina explique a situação.


O vereador também aproveitou para elogiar a atuação do secretário de obras, Alexandre Brollo. Segundo Zeca Bombeiro, Brollo participa de reuniões com a comunidade para esclarecer questões referentes a calçamento de ruas e demais melhorias. "A comunidade sabe quando suas obras vão ser executadas porque o secretário já passou por lá. Isso é importante porque a comunidade se sente valorizada", classificou.


Por fim, voltou a alertar sobre a falta de médicos nos postos de saúde, ao citar o exemplo do ESF da rua Bruno Schreiber, no Progresso. Zeca Bombeiro lembrou que já foi solicitada uma audiência pública sobre o assunto e que a partir de então serão tomadas providências neste sentido.

Fonte: vereador Zeca Bombeiro - fone: 9135-4477

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Virou Notícia.

O Site Folhablu, divulgou hoje, uma release da audiência pública sobre segurança no municipio, e divulgou a opinião do vereador pedetista Zéca Bombeiro, conforme segue abaixo:


“Eu tinha certeza de que Ronaldo Benedet não viria, porque da última vez que ele veio aqui eu o deixei numa saia justa”, afirmou o vereador Zeca Bombeiro (PDT), que questionou as promessas do secretário sobre aumento de efetivo e estrutura. Ele defendeu que o cargo de secretário de Segurança Pública deve ser ocupado de forma técnica, e não política. Por fim, indagou por que Florianópolis conta com um policial para cada 380 habitantes, enquanto Blumenau dispõe de apenas um profissional para cada 1.320 habitantes.


terça-feira, 23 de junho de 2009

Pronunciamento do Dia 23/06


ZECA CRITICA AUSÊNCIA DA SSP EM AUDIÊNCIA

“Foi um descaso com Blumenau”. Esta foi a classificação do vereador ZECA BOMBEIRO (PDT) à ausência da Secretaria de Segurança Pública durante a audiência pública sobre a falta de segurança no município, realizada ontem na Câmara. Ele voltou a apontar que, em Florianópolis, existe um policial para 380 habitantes, enquanto em Blumenau o número sobe para 1.360. Ainda sobre esse assunto, convocou a população para que se lembre deste episódio: “Não podemos deixar que eles nos façam de bobos. Fizeram de conta que nada existia em Blumenau. Eles vem aqui pedir voto, mas não vamos deixar isso passar em branco. Vão aprender a respeitar Blumenau”.
Em outro momento, mostrou-se satisfeito com a repercussão positiva de sua proposta sobre o vale transporte aos estudantes das classes mais baixas. Ao mesmo tempo, reafirmou que é favorável à federalização da Furb, no entanto, ponderou que todos os alunos devem ter iguais chances de ingresso na Universidade. Uma das sugestões do pedetista, é de que os acadêmicos que não têm condições de pagar uma faculdade tenham seus estudos custeados pelo governo e, depois de formados, atuem por um tempo no serviço público, como uma forma de contribuição.

Zeca Bombeiro ainda chamou à atenção para o perigo de tráfego no trecho da BR-470 que liga Blumenau a Gaspar. Segundo ele, a falta de iluminação vem causando acidentes e atropelamentos no local. “Parece que você está entrando num túnel, é um perigo. Se pagamos tantos impostos, merecemos, pelo menos, ter iluminação nas rodovias”, ponderou, ao mesmo tempo em que utilizou como exemplo a rodovia que leva a Pomerode.
Por fim, anunciou que já está mobilizando a assessoria da Câmara para a realização de uma audiência pública para discutir a questão da saúde no município. Para ele, é urgente a realização da reunião, pois todos os dias recebe reclamações neste sentido.


Fonte: vereador Zeca Bombeiro – fone: 9135-4477

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Família e PDT nacional homenageiam Brizola em São Borja


Uma rápida e singela cerimônia no cemitério Jardim da Paz, em São Borja, marcou no início da tarde deste domingo (21/6) o quinto aniversário da morte de Leonel Brizola com a presença dos principais dirigentes nacionais do PDT, integrantes da família, parlamentares; e do prefeito de São Borja, vereadores e dirigentes locais do partido – além de dezenas de jovens que participaram do encontro da juventude do PDT-RS realizado no dia anterior, na Câmara Municipal.

O ato foi aberto pelo presidente nacional em exercício, deputado Vieira da Cunha, que explicou aos presentes que devido a mudanças no tempo, a comitiva que se deslocara de avião de Porto Alegre, teria que retornar logo em seguida à capital devido a possibilidade da chuva não permitir o retorno a Porto Alegre e a necessidade de viajar, ainda no domingo, para Brasília.

Nesta segunda se realizam na capital duas grandes homenagens a Brizola: sessão solene na Câmara Federal, a partir das 10 horas da manhã e a partir das 14 horas, na sede nacional do PDT, reunião do Diretório Nacional para discutir a reforma política e outros assuntos.

Em São Borja, além dos jovens, estiveram no Jardim da Paz João Otávio Brizola, filho do fundador do PDT, o casal Danilo e Yone Groff, ele signatário da Carta Lisboa, como lembrou Vieira da Cunha, que dirigiu o ato. Também compareceram Christopher Goulart, neto de Jango, o deputado federal Pompeo de Mattos, o deputado estadual Gerson Burmann (PDT) e várias lideranças do PDT gaúcho. Além dos netos Juliana, Carlos Daudt Brizola e Leonel Brizola Neto.
O primeiro orador convocado por Vieira foi o presidente do PDT de S. Borja, Hugo Rubin Pereira, que entre outros pontos destacou que Brizola , além de homem integro, “foi exemplo de defensor dos pobres que permanece até hoje vivo na memória do povo brasileiro”. O prefeito Mariovane Weis agradeceu a presença de tantos brasileiros ilustres na sua cidade que se tornou referencia para os trabalhistas de todo o país por terem nascido lá Getúlio Vargas, João Goulart e Brizola ter escolhido São Borja náo só pelo seu significado político, mas também para ficar perto de sua Neusa.

O deputado federal Brizola Neto, líder do PDT na Câmara Federal, foi elogiado por Vieira por sua iniciativa de defender, no Congresso, uma nova regulamentação para o setor petróleo para que a riqueza das megajazidas do pré-sal fique no Brasil. Assunto também presente na fala de Juliana Brizola. Brizola Neto ressaltou que “A grande ausência que sentimos com a morte de Brizola é que talvez tenha se calado a última grande voz nacionalista deste país”, assinalou, destacando a necessidade de dar continuidade as lutas nacionalistas de seu avô.

Juliana saudou aos presentes e reportou o encontro que a Juventude do PDT-RS realizou no dia anterior para discutir os rumos do partido. Ela agradeceu a acolhida e principalmente aos jovens que vieram de todas as partes do Rio Grande do Sul para participar do evento. Ela considerou o encontro um sucesso também pelo fato da juventude ter fechado posição em defesa das jazidas de petróleo e de vários outros pontos discutidos ao longo da reunião. Ela elogiou, como Brizola Neto, a atuação de Lupi no Ministério do Trabalho em defesa dos direitos dos trabalhadores.Vieira da Cunha também elogiou a postura de Lupi à frente do MTE.

O deputado gaúcho Adroaldo Loureiro, líder do partido na assembléia legislativa, saudou a data e o motivo de todos estarem ali para homenagear Brizola. Elogiou também o encontro da juventude do PDT em São Borja pela importância das discussões travadas. “Vocês tem a responsabilidade de dar continuidade à luta de Brizola por um Brasil melhor”, assinalou.

Último orador, o ministro Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT, destacou que todos estavam ali para fazer o que Brizola sempre fez em vida, homenagear aos grandes nomes do PDT porque o partido tem história e tem orgulho de seus lideres. Lupi observou que a rosa que colocou no tumulo de Brizola continuava ali, de pé, entre os retratos de Jango e Brizola, porque “essa rosa vermelha que ele trouxe do exílio e que simboliza os ideais de nosso partido estará sempre de pé”. Lupi destacou também que Brizola onde estará “iluminando o nosso caminho mas também nos fiscalizando para que seu legado político, como essa rosa vermelha que depositei há pouco em sua homenagem, continue de pé”.

As homenagens a Leonel Brizola em São Borja incluíram uma sessão solene da Câmara de Vereadores local com a presença de todos os vereadores do PDT, do prefeito Mariovane e também de várias autoridades locais e estaduais, iniciada às 10 da manhã e encerrada ao meio dia, após palestra sobre os rumos do PDT proferida por Afonso Motta – seguido de deslocamento até o aeroporto para receber as autoridades, antes da cerimônia no Jardim da Paz. (Osvaldo Maneschy)

Audiência Pública Abordando a Segurança no Municipio.

O Vereador pedetista ficou triste com a falta de interesse de alguns representantes da cidade, falta de respostas aos convites por parte do Secretário de Segurança Ronaldo Benedet era um prenúncio que a audiência pública da Câmara de Vereadores estaria esvaziada do ponto de vista da representatividade. Mas foi ainda pior o encontro realizado hoje à tarde. Não estavam lá o comandante do 10º BPM, o delegado regional da Polícia Civil e nem o presidente da Acib. Estes mandaram representantes. Também não havia deputado da região, ninguém da Secretaria de Desenvolvimento Regional e nenhuma autoridade do Poder Público municipal.

Agradecemos a participação popular que compareceu para debater este tema importantíssimo para a nossa comunidade, e também aos representantes de vários CONSEG's que compareceram e levantam problemas existentes na comunidade.

sábado, 20 de junho de 2009

Virou Noticia.

BOA

O vereador Zeca Bombeiro (PDT) toca numa ferida que muito incomoda os blumenauenses. O fato de termos uma das gasolinas mais caras do estado e de boa parte dos postos da cidade praticar os mesmos preços. Pesquisa recente da Agência Nacional de Petróleo apontou que de 23 postos, 20 cobram os mesmos valores, hoje R$ 2,59. O presidente do sindicato dos Distribuidores, Júlio Zimmermann, diz que a pesquisa é parcial, pois existem mais de 70 postos na cidade e haveria sim variação de preço.

INVESTIGANDO

Não é o que pensa o Ministério Público, que investiga o caso faz tempo, e agora o vereador do PDT, que usou os termos cartel e quadrilha para referir-se aos proprietários de postos na cidade.

PARA ENTENDER

Ontem exibimos aqui na Ric Record uma reportagem sobre os preços em Joinville, onde o litro custa em média R$ 2,28 e há bastante concorrência. Eu queria entender qual é a diferença.

Fonte: Alexandre Gonçalves Informe Blumenau.
http://www.informeblumenau.com.br/2009/06/19/zeca-bombeiro-e-o-cartel-dos-postos/

Pronunciamento do Dia 18/06


ZECA DENUNCIA CARTEL DOS POSTOS DE COMBUSTÍVEL


Revoltado com o que definiu como "cartel e quadrilha dos postos de gasolina", o vereador ZECA BOMBEIRO (PDT) denunciou e pediu ação imediata do Ministério Público, salientando que ele deve agir com "seriedade e honestidade". O parlamentar contestou os preços cobrados nos postos da cidade, que atingem uma média de R$ 2,59, e fez uma comparação com outras cidades, como Joinville, Timbó e Navegantes, que, segundo o vereador, apresentam preços menores e mais justos. Fazendo essa comparação, Zeca questionou o fato de que cidades mais distantes do Porto de Itajaí têm preços menores do que Blumenau e afirmou que essa situação é inaceitável. "Que máfia é essa que está metendo a mão no dinheiro do cidadão blumenauense?", questionou.


O pedetista ainda protestou quanto à "insegurança" pública em Blumenau, contestando as atitudes do secretário de segurança, Ronaldo Benedet. O parlamentar comentou sobre coluna de Moacir Pereira, publicada no Jornal de Santa Catarina que aborda o conflito criado entre as duas forças. Zeca analisou ser injusto o reajuste salarial apenas para os policiais civis e salientou que existe interesse do secretário em conquistar votos desta categoria na sua candidatura à Câmara Federal em 2010. Ainda afirmou que este cargo ocupado por Benedet deveria ser técnico e não político. "O secretário está provocando uma crise entre policiais civis e militares", acusou.


Zeca ainda falou sobre os caratecas Maike e Jonathan que embarcaram para Ucrânia, onde disputam o 3º World Karate Championship. O vereador destacou que ambos são competidores pan-americanos e motivo de orgulho para a cidade. Também elogiou o Centro de Departamento de Serviços Urbanos, que tem realizado serviços e atendido à comunidade, conforme o possível. Por fim, comentou estar se informando sobre o projeto da Guarda Municipal de Trânsito e prometeu trazer uma resposta para a comunidade, que, segundo Zeca, "merece toda atenção".


Fonte: vereador Zeca Bombeiro - fone: 9135-4477

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Namoro Pré Eleitoral



Não houve troca de juras de aliança, mas PT e PDT deram os primeiros tímidos passos para estarem juntos em 2010 no Estado. É quase um jogo de xadrez. Para Manoel Dias, presidente das hostes brizolistas, que fez questão de abraçar a presidente do PT, Luci Choinacki, no centro da foto, o projeto em Santa Catarina está ligado ao nacional.


Se o PDT tiver candidato à Presidência, terá candidato próprio ao governo estadual, mas se fechar apoio à candidatura de Dilma Rousseff em primeiro turno, poderá dar apoio ao PT catarinense, desde que o partido do presidente Lula apoie candidatos pedetistas viáveis em outros estados.


Luci reforçou a candidatura da senadora Ideli Salvatti ao governo e a busca petista por acordos entre os aliados da base governista federal no primeiro e segundo turnos da eleição. Ambos garantem que as conversas vão prosseguir.


- MEMÓRIA – A juventude socialista faz panfletagem hoje, no Centro de Florianópolis, para lembrar os cinco anos da morte de Leonel Brizola e os 30 anos da Carta de Lisboa, documento que deu origem à fundação do PDT, em 1980.


Fonte: Diário Catarinense - Informe Político - Roberto Azevedo - 17.06.2009

ULB é inaugurada em Joinville



Na noite da ultima segunda-feira (15/06), o Partido Democrático Trabalhista (PDT) inaugurou uma tele-sala da Universidade aberta Leonel Brizola (ULB) na cidade de Joinville. O evento contou com a presença de diversas lideranças pedetistas, entre elas, o Presidente Estadual da sigla, Manoel Dias, o Secretário Geral do partido, Everton Wan-Dall, e o Superintendente Regional do Trabalho, Luis Viegas.





As aulas da ULB são direcionadas para a capacitação política de novos militantes por meio de cursos ministrados através de uma tele-sala, com aulas que ocorrerão aos sábados, a partir das 16 horas, e contarão com duas disciplinas, ministradas em 30 minutos de programação cada. A programação contará ainda com um espaço destinado a exibição de entrevistas, palestras, debates e conferências, sempre com uma grande personalidade expondo suas idéias.





Além da capacitação política, a Universidade Leonel Brizola deverá oferecer, no futuro, cursos de extensão e capacitação gratuitos aos interessados de um modo geral, dentro das normas e da legislação educacional do sistema de ensino brasileiro, com capacidade de ampliar sua oferta para países de língua portuguesa.





Para o presidente municipal do PDT, Marco Antonio Bittencourt, a universidade será aberta e popular, de caráter ostensivo, e utilizará grandes inovações tecnológicas, com o propósito de inserir o eleitor e os militantes joinvilenses em um universo político-cultural jamais visto na cidade.





Manoel Dias, Presidente Estadual do partido, reiterou a necessidade de apoio, de todas as lideranças pedetistas, ao projeto da Universidade Leonel Brizola para o seu perfeito funcionamento, especialmente na formação de quadros partidários. “É fundamental que todos compreendam que nosso projeto só se tornará realidade concreta com o apoio e empenho de todos pelo seu sucesso. É preciso que todos vistam a camisa e lutem, assumindo a causa, de forma que os filiados passem a colaborar no sucesso do projeto”.





O núcleo da ULB, esta instalado junto a sede municipal do PDT, localizado junto a Rua Nove de Março, 337 – Sala 306, no centro da cidade. Os interessados poderão entrar em contato pelo telefone (47) 3433-3252. Os cursos de capacitação oferecidos pela Universidade Leonel Brizola são inteiramente gratuitos.





Divulgação: SECOM/PDT/SC

Pronunciamento do dia 16/06


ZECA: PASSE GRATUITO PARA JOVENS DE BAIXA RENDA

Garantir aos jovens a possibilidade de freqüentar cursos extracurriculares, foi o argumento que o vereador ZECA BOMBEIRO (PDT) apresentou para justificar projeto de lei que irá apresentar nos próximos dias. O projeto do parlamentar pretende proporcionar um vale-transporte diário gratuito, analisando que muitos jovens poderiam praticar esportes e frequentar cursos, mas não têm condições de gastar mais do que o passe diário escolar.
Ele informou que o número de jovens que entram para a criminalidade aumenta com o passar dos anos e que este problema poderia ser amenizado com este auxílio. Salientou que os jovens deverão comprovar a participação em atividades físicas ou em cursos, para que recebam o benefício.

Em outro momento, o pedetista ainda comentou sobre a situação dos postos de saúde da cidade. Informou que recebeu várias reclamações sobre a falta de médicos e de mau atendimento nos Ambulatórios Gerais. Zeca solicitou uma Audiência Pública para que o assunto seja discutido e solucionado.

Fonte: vereador Zeca Bombeiro – fone: 9135-4477

sábado, 13 de junho de 2009

Foi Notícia no jornal Folha de Blumenau



HOMENAGEM MERECIDA


A Câmara de Vereadores aprovou, na última terça-feira (9), a criação do Dia do Socorrista, que será comemorado no dia 2 de julho. A data coincide com o Dia Nacional dos Bombeiros. A criação pretende homenagear os paramédicos militares que prestam atendimentos de urgência em Blumenau desde 1989. No atual cenário político, dois vereadores já passaram pela corporação: um dele é o vereador Zeca Bombeira (PDT) autor do projeto.

Fonte: http://www.folhadeblumenau.com.br/novosite/colunas.php?coluna=Ponto%20Final

Projeto Aprovado.

Dia do Socorrista.

Projeto de Lei n.º 5.723, de autoria do vereador ZECA BOMBEIRO (PDT), que “Institui o Dia Municipal do Socorrista”. A data será comemorada anualmente no dia 02 de julho.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

DISCUTIDAS PROPOSTAS PARA EDUCAÇÃO ESPECIAL

Uma comissão especial integrada por três representantes de CEI’s, três de escolas municipais e três estaduais, além da integradora de educação especial e da gerencia de educação especial do município, vai articular com os responsáveis pelos os serviços já oferecidos em Blumenau uma proposta única de atendimento da educação especial. A decisão foi tomada na audiência pública realizada hoje na Câmara Municipal.

Os programas desenvolvidos pela Fundação Catarinense de Educação Especial foram apresentados por Márcia de Souza Lehmkuhl, que coordena o Centro de Ensino e Aprendizagem. Eles acontecem de quatro formas: educacional, de reabilitação, profissionalizante e de proteção social. Márcia esclareceu que esta questão deve ser abordada através de frentes integradas, principalmente para os deficientes mais velhos. Na questão da reabilitação, por exemplo, é necessária a presença de profissionais de saúde, para realizar trabalhos de terapia, enquanto os programas profissionalizantes e de proteção social precisam da participação da assistência social. A ideia é de que os projetos sejam desenvolvidos por meio de Centros de Convivência e Casas Lares.

Ela aproveitou para salientar que Santa Catarina é o primeiro estado a contar com uma política de educação especial e com uma Fundação inteiramente pública. Quanto à atuação, apontou a assistência a entidades e escolas que trabalham a educação especial. Além disso, se pretende implantar nos municípios os Serviços de Atendimento à Educação Especial (Saede) e ampliá-lo para demais tipos de deficiência, como o autismo e o déficit de atenção, hiperatividade e impulsividade. Quanto a isso, Márcia reforçou que o Saede possui caráter predominantemente pedagógico, não sendo um mero reforço escolar.

O trabalho em conjunto com a Fundação Catarinense de Educação Especial, foi enfatizado por Andréia Wilbert integradora da educação especial, da Gerencia Regional de Educação. Ela esclareceu que os SAEDE’s existentes nas Apaes não atendem apenas crianças das escolas estaduais, mas todas que necessitam de apoio. Na área de abrangência da regional existem 44 segundos professores, e fez questão de sublinhar o empenho destes profissionais em garantir a permanência do aluno na escola, sem qualquer tipo de discriminação. Citou que o numero de professores ainda é insuficiente por falta de habilitação e capacitação. Quanto a afirmação de que a educação especial não recebe a atenção devida, disse que esta é uma causa abraçada há muito tempo, e que espera contar com o apoio de todos.

Segundo o Gerente de Educação Especial do Município, Charles Denis Belz, a educação inclusiva é defendida atualmente e não é mais possível voltar ao modelo institucionalizado. “É irreversível, cada vez mais teremos a abrangência da criança com deficiência”, relatou. Ele reconheceu haver no município uma carência de política pública de educação especial. “O que há são atendimentos educacionais especializados, que vem se expandindo. Temos que ampliar nossa rede de apoio, principalmente na área da saúde”, completou. Belz ainda finalizou com o seguinte questionamento: “E posteriormente a escolaridade, que possibilidades terão?”.

A autonomia do aluno e a sua inclusão no espaço comum das salas de aula são os principais objetivos da Secretaria Municipal de Educação (Semed). A informação foi dada pelo diretor do Centro Municipal de Educação Alternativa (Cemea), Ronaldo Weingertner. As principais ações desempenhadas pela Semed foram apresentadas por ele, como as salas multifuncionais nas escolas do município, adaptações visando acessibilidade nos educandários, a disponibilidade de algumas cadeiras de rod a e a presença de “facilitadores de interpretação” da linguagem de libras em salas de aula. No entanto, também destacou a necessidade da integração com a área da saúde: “O Cemea é responsável pelas triagens, mas há a necessidade de um espaço para diagnósticos. Hoje só existem encaminhamentos. Na rede, estamos sem médicos neuropediatras”, sustentou.

O médico Marcelo Lanzarin, secretário de saúde da Prefeitura, considerou a discussão importante. Disse que ações neste sentido foram intensificadas, mas reconheceu a necessidade de entrosamento maior entre as secretarias que vão atuar no processo de inclusão efetiva. Ao mesmo tempo, alertou para a questão orçamentária: “Sempre que se trás novas propostas, enfrentamos dificuldades nas secretarias de saúde e educação, porque muitas vezes se esquecem dos recursos. E por já termos dificuldades financeiras muito grandes, no momento da implantação, a falta de recursos limita as ações tanto na saúde quanto na educação”. O médico aproveitou para abordar outro aspecto, alertando sobre a falta de paciência de algumas famílias com as crianças, logo classificadas como hiperativas. “Os pais não estão sabendo como lidar com seus filhos”, disse. Ele citou que existem crianças com algum transtorno, mas recomendou aos pais, a observação para ver se realmente há algo de errado ou se por falta de dinamismo não estão conseguindo acompanhar o seu desenvolvimento.

Alguns programas organizados pela Secretaria Municipal de Assistência Social, da Criança e do Adolescente foram descritos pela representante da Semascri, Patrícia Morastoni Sasse. “A Secretaria tem programas, serviços, projetos, benefícios e transferências de renda, voltados à proteção básica, no foco da prevenção e na proteção especial, quando há risco na questão de vínculos”, explicou. Ela afirmou que estes serviços estão à disposição através dos atendimentos na Secretaria e nos Centros de Referência da Assistência, mas há parceria das redes de serviço, que fazem o encaminhamento. “Fazemos também visitas domiciliares para atendimento, contamos com parceria das cinco Ongs que fazem atendimento com foco neste público”, declarou. Ela argumentou que nestas instituições há atendimento de 1.120. “Hoje os recursos municipais para suporte estão em torno de R$ 49 mil e 500 mensais e os federais aproximadamente em R$11mil 900”, citou. Ela ainda disse haver o acompanhamento através do Programa de Benefício e Prestação Continuada, são recursos para pessoas que não tem outra renda.

Patrícia mencionou que houve entidades atingidas pelas catástrofes, que foram auxiliadas para adequação de sua estrutura. Ela contou que no final de 2008 a Secretaria de Assistência Social, Secretaria da Saúde e Secretaria da Educação se uniram, com a adesão do programa BBC, que é da previdência, para realizar um levantamento do publico até 18 anos sobre se estão ou não indo a escola. “Isso será importantíssimo para que possamos ter um diagnóstico. Temos que discutir em conjunto”, enfatizou.

O vereador ZECA BOMBEIRO (PDT) relembrou dos projetos de lei apresentados por ele, propondo profissionais médicos nas escolas e a ficha de conduta disciplinar.

Pronunciamente do dia 09/06



ZECA BOMBEIRO: APOIO À UNIFICAÇÃO SALARIAL DE POLICIAIS


O deputado estadual de São Paulo, Olímpio Gomes (PV) manifestou sua indignação quanto à discrepância entre os salários dos policiais militares de todo o Brasil. Ele pediu apoio na divulgação de seu pronunciamento às famílias dos policiais de todo o país. Quem divulgou o texto na Câmara foi o vereador ZECA BOMBEIRO (PDT), que também considera a situação lastimável.Ao citar o documento, o parlamentar lembrou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) n° 300, que pretende padronizar o salário da categoria em todo o país.


Para exemplificar a questão, Zeca Bombeiro apontou que no Distrito Federal o salário é de cerca de R$ 5,6 mil, enquanto em Santa Catarina permanece entre R$ 1,2 mil e 1,4 mil. O vereador relembrou que existe um abaixo assinado com mais de 2,3 milhões de assinaturas, em apoio à PEC.Ainda sobre o deputado Olímpio, Zeca Bombeiro mencionou que o governador José Serra proibiu os policiais de se manifestarem favoráveis à Proposta, para evitar que o presidente Luís Inácio Lula da Silva aproveite a aprovação da PEC para fazer campanha eleitoral. Caso contrário, os policiais terão descontos na folha de pagamento.


Em outro momento, o pedetista cobrou providências sobre falhas na pista do trevo da BR-470, que dá acesso a Pomerode. Segundo ele, não há definição de quem é o responsável pelos reparos na pista, se é o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) ou o Município. Outra cobrança dele foi de uma solução para o esgoto que corre a céu aberto na rua Júlio Alpen. De acordo com ele, a população não consegue pavimentar a via apenas por esse contratempo.


Fonte: vereador Zeca Bombeiro – fone: 9135-4477


domingo, 7 de junho de 2009

Cim volta a Presidência do PDT de Blumenau.

Em reunião realizada na última sexta feira dia 05/06 na ABB, ficou definido que Cezar Cim será novamente o Presidente do PDT Blumenauense.
Na reunião estiveram presentes diversas lideranças do partido do Vale do Itajaí, incluindo vereadores de Ilhota(incluindo o presidente da câmara municipal de Ilhota, que é vereador pelo PDT), o Vereador do PDT de Blumenau Zéca Bombeiro, e o coordenador regional do PDT Roberto Procópio.
Na reunião Leoberto Cristelli, disse que pelo menos por enquanto continua no partido, e Cezar Cim já colocou seu nome a disposição do partido para uma virtual disputa a Assembléia Legislativa de Santa Catarina

Pronunciamento do dia 04/06



ZECA BOMBEIRO: ATENÇÃO À OBRA DO TREVO DA MAFISA

A insegurança na obra do trevo do viaduto da Mafisa foi novamente apontada pelo vereador ZECA BOMBEIRO (PDT). Zeca explicou sua preocupação citando que ali haverá apenas o viaduto, mas quem vem de Indaial para ir para rua Dr. Pedro Zimmermann, não terá retorno para pegar o viaduto, e continuar pela BR 470. “Desse jeito vamos fazer uma campanha para ter mais morte naquele trevo”, salientou. O parlamentar ainda alertou que quem vier de Gaspar terá que ir até o trevo do ‘Celeiro do Vale’, fazer o contorno para depois voltar da Uniasselvi. “É um absurdo. Não podemos aceitar esta obra desse jeito, quando vier o técnico do DNIT aqui temos que questionar isso”, proferiu.
Ao observar que a Organização das Nações Unidas (ONU) diz ser adequado um policial para cada 300 habitantes, Zeca Bombeiro destacou o fato da região Norte da cidade possuir 16 policiais na base e 92 mil habitantes. “Assim não tem condições. Ronaldo Benedet não faz nada por nós, só tem olhos para Joinville e Florianópolis”, criticou. Ele também parabenizou o Democrata Jovino Cardoso, por lutar por segurança.
Em outro momento, o vereador disse que o playgroung construído ao lado da Empresa Dudalina está sendo muito aproveitado pela comunidade e sugeriu que mais praças e parques sejam instalados em pontos estratégicos do município. “Não há mais opção de lazer para quem mora nos bairros”, analisou.
Por fim, Zeca comunicou e lamentou o falecimento de Onésimo Pires Zabala, do Grupo Musicamp, Zé Clóvis e Zabala.

Fonte: vereador Zeca Bombeiro - fone: 9135-4477

Pronunciamento do dia 02/06




ZECA BOMBEIRO: AUDIÊNCIAS DISCUTEM PRIORIDADES

São diversos os fatores que envolvem a melhoria do município, mas para o vereador ZECA BOMBEIRO (PDT) a prioridade deve ser dada à saúde, educação e segurança pública. Ele ressaltou as diversas audiências agendadas para discutir estes temas no Legislativo. “Ainda bem que várias reuniões estão sendo solicitadas. Debateremos educação especial no dia 10 de junho e segurança pública dia 22”, declarou.
Em outro momento, o parlamentar anunciou ter enviado um ofício aos governos Municipal e Estadual requerendo que comprem vagas nas universidades da região para que sejam subsidiadas a estudantes de baixa renda. A intenção de Zeca é que, depois de formados, os profissionais trabalhem algumas horas na sua área para o município, como forma de pagamento. “Isto é melhor que tornar a Furb federal. Com isso daremos direito de igualdade a todos”, observou.
Zeca Bombeiro ainda exaltou a importância das micro e pequenas empresas para arrecadação, geração de emprego e crescimento de Blumenau. “Antigamente as empresas eram grandes, como Artex, Hering, Sulfabril. Hoje as micro e pequenas empresas é que movem o município”, afirmou. Ao visitar pequenos empreendimentos, ele assinalou que vários estão desmotivados com fatores como a burocracia e o trânsito da cidade e prometeu lutar para que sejam valorizados.
Por fim, salientou que recebe elogios em todos os lugares sobre a atuação da Corporação do Corpo de Bombeiros. “É uma honra receber elogios pelo serviço da corporação”, citou.

Fonte: vereador Zeca Bombeiro - fone: 9135-4477

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Audiência Pública em Relação a Privatização do serviço de esgoto de Blumenau.

PARA TRINTA PRESENTES
A Prefeitura deu prosseguimento à audiência pública para debater o futuro do sistema de tratamento de esgoto em Blumenau na última sexta-feira. Ela foi interrompida por cerca de uma hora, depois que um grupo de manifestantes protestou contra o que consideraram falta de espaço para debater propostas. Depois de retirarem os nomes da lista de presença, foram embora.

SÓ PARA OUVIR
O Chefe de gabinete da Prefeitura, Cássio de Quadros, comandou a sessão. Conversei com ele agora pela manhã. Quadros disse que há uma confusão de entendimento. “A audiência pública é para tornar pública a ação da administração e não tem caráter de consulta popular”. Pelo menos setenta pessoas deixaram o hotel Viena na sexta quando ouviram esta posição. Para Cássio, todos com motivação política.

ENCAMINHANDO
Segundo Quadros, também secretário de Comunicação, o passo agora é publicar o resultado da audiência e em seguida a Prefeitura lançará o edital para licitação, o que deve acontecer em vinte dias.

OS POLÍTICOS
Entre as pessoas que estavam na audiência estavam os vereadores petistas Jefferson Forest e Vanderlei de Oliveira, o presidente do PDT Municipal Benjamim Coelho e o Vereador pedetista Zéca Bombeiro, e o advogado Célio Hohn, do PCdoB. Portanto, pessoas ligadas a partidos políticos de oposição. Que não os diminui em nada.

RELEMBRANDO
Foi procurar no blog e vi escrito ainda em novembro do ano passado onde a Prefeitura prometia amplo debate sobre o assunto. Se a audiência pública é para comunicar e não para consultar, como disse Cássio de Quadros, o fato está consumado. Independente se ser bom ou ruim, o Poder Público vai fazer a população engolir a privatização, ou como quer a administração, o sistema de concessão à Iniciativa Privada. Em um processo que envolve milhões de reais.

SEM DISCUSSÃO
Bonita propaganda da Prefeitura sobre o esgoto. Assim como a proposta, ela está sendo enfiada goela abaixo.

Fonte: http://www.informeblumenau.com.br/2009/06/01/prato-feito/

Pronunciamento do dia 28/05




ZECA BOMBEIRO: SEGURANÇA NAS VIAS E ATENÇÃO À SAUDE


A implantação de acostamento na BR 470, quilômetro 74, nas proximidades da EBM Nemésia Margarida foi comemorada pelo vereador ZECA BOMBEIRO (PDT). Ele mostrou imagens da TV Legislativa e garantiu que em breve também serão colocados tachões e farão a pintura da faixa de pedestres. “Quero agradecer o DNIT. Isso foi fruto de muito esforço, muita batalha, mas valeu à pena a luta”, descreveu.

O parlamentar ainda reforçou a solicitação por uma audiência pública sobre saúde. Zeca disse que o requerimento já foi aprovado e convidou todos os representantes do setor para participarem. Em visita a alguns postos de saúde ele observou que o estado do setor está “caótico”. O vereador também argumentou não ser possível responsabilizar os profissionais que estão trabalhando. “Não se sabe qual é a saída. Tem gente que vai às 4h da manhã para os postos de saúde e não tem médico, por isso essa Audiência Pública é de vital importância”, reforçou.
Em outro momento, Zeca Bombeiro afirmou ter realizado um levantamento e confirmou que a linha de ônibus que leva passageiros dos terminais urbanos Aterro e Fonte até a Policlínica, os deixam à beira da rua 2 de Setembro. “Lá é uma via rápida, onde acontece um atropelamento, mês”, destacou. Ele sugeriu então que os ônibus entrem na Policlínica e deixem os pacientes na frente da casa de saúde.

Por fim, Zeca Bombeiro declarou que pretende instituir o Dia Municipal do Socorrista, que deverá ser comemorado em 02 de julho, que é o Dia do Bombeiro. “A data servirá para homenagear não só os bombeiros, mas quem trabalha no Samu, PRE, PRF, Salvamed, SOS Unimed. Vamos lembrar desta profissão tão valiosa para nossa cidade”, ressaltou.

Fonte: vereador Zeca Bombeiro - fone: 9135-4477

Cinco Anos sem Brizola, e o Tesouro que ele nos Legou.



Cinco anos depois, o legado ideológico de Leonel Brizola repousa nas camadas ainda lúcidas da entrevada memória brasileira à espera de um lampejo do instinto de sobrevivência. Não pode ser incontornável a perda da consciência de dignidade de um povo.

Contra todas as expectativas agourentas, aqui estamos, obrigados à reflexão impensável de como será o trabalhismo sem Brizola. Brizola não chegou lá, mas graças à sua clarividência e determinação somos os herdeiros do maior tesouro político do Brasil, a doutrina trabalhista. Só por isso, Brizola tem direito a figurar na galeria dos patronos de formação da consciência de cidadania. Depende de nós a preservação do acervo vivo de pensamentos e sentimentos que ainda fará o Brasil acontecer como nação de todos os brasileiros.

O trabalhismo de Getúlio, Pasqualini, Jango, Brizola, Darcy e milhões de anônimos, projetou o Brasil na modernidade, e ainda pode evitar que afunde na barbárie. Há, porém, um problema além de nossas possibilidades. O patrimônio de idéias de nossos pensadores e as realizações de nossos estadistas de nada vale contra a intenção das elites de consumarem o apartheid social.

A proibição secreta

Desde 64 o trabalhismo está proibido de subir a rampa, uma das tantas decisões secretas dos operadores da “máquina de distribuição de renda para cima” (1), o sistema multissecular de privilégios e injustiças causador de um dos mais perversos índices de exclusão social do mundo. Contra o trabalhismo movem-se sempre os fantoches dos responsáveis pela desintegração social, a perda do sentido de vida coletiva. Sabem, até mais que nós, do que é capaz o trabalhismo para salvar outro tesouro em perigo, nossa identidade de povo. Além de nós, alguém mais sabe contra quem foi o golpe? Contra mais ninguém.

As forças que arrastaram Getúlio ao suicídio e derrubaram Jango apaisanaram-se e prolificaram. Em vez de metralhadoras disparam teorias recauchutadas dos canudos de seus doutorados. Nas casamatas VIPs da sapiência, fabricaram um repelente spray antipovão – o populismo - , sofisticaram o servilismo e legitimaram a exclusão. Perfumaram com fragrâncias contrabandeadas os preconceitos mais perversos e as discriminações mais iníquas. Transplantaram para os salões da política o manual de bons modos da casa-grande como prêmio à subserviência. Aposentaram os limpa-botas e promoveram a gurus os office-boys dos barões da trambicagem financeira.

Solitário, de peito aberto como sempre, Brizola desnudou o choque de neocolonização que homologou a quebra da estratégia de desenvolvimento, o retrocesso dos avanços sociais, a leiloagem do interesse nacional e a revogação do bem comum. Carta Testamento em punho, amaldiçoou a promessa sinistra de FHC do fim da Era Vargas, o desmonte peça por peça do imenso cabedal trabalhista de ações e desenvolvimento e de solidarismo. Poucos perceberam, na trama lesa-pátria, a proscrição do trabalhismo como projeto – e único – de desenvolvimento com justiça social.

Estamos proibidos de influir nas decisões porque somos inconfiáveis aos artífices do sistema informal de castas em silenciosa implantação, que rebaixa a maioria à categoria de subcidadãos. Querem nos impedir de denunciar a fabricação de ignorância e intolerância, as matérias primas da desestabilização social. O trabalhismo funde a justa indignação diante das mazelas da desigualdade e a inabalável convicção de que um país com tantos recursos tem que dar certo. A discriminação que sofre é a extensão da que aprisiona o Brasil na dependência e empurra o brasileiro para a marginalidade.

A estética da segregação

Tentam nos ferir no que temos de mais forte, a autenticidade. Sim, somos o partido dos Agenor, dos João e José, dos Silva, das Maria, Margareth e Filomena, e nos orgulhamos de filiados, militantes e eleitores tão ilustres. Não somos “meio antigos”, viemos de longe. Benditos representantes dos milhões de deserdados que confiam em nós porque ouviram falar de Getúlio, Jango e Brizola. Não podemos trair essa confiança.

De que lado estão os que gratuitamente debocham dos trabalhistas e brizolistas em nome de um código estético segregacionista? Trocaram a ética pela estética? Ou não é tão gratuitamente assim que debocham? Saibam ou não, estão do lado dos 82 coronéis do Exército que derrubaram o ministro do Trabalho em 1954 sob a alegação de que a duplicação do salário mínimo esvaziaria os quartéis. Precisam dos Agenor e das Filomena para destilar racismo social assim como os coronéis, generais em 64, necessitavam de soldados desnutridos e analfabetos para dar ordens absurdas. Em tempo, o presidente que os generais derrubaram em 64 era o ministro do Trabalho em 54: João Goulart.

Temos que ser sinceros com os que pretendem juntar-se a nós. Devem saber de nossa condição de malsinados e das provações que os esperam. Há lugar para tudo e todos no jogo jogado lá em cima, menos para um partido nacionalista. Repararam como Cristovam Buarque foi ridicularizado nas entrevistas durante a campanha presidencial? Assistiram à reprise do deboche do “candidato de uma nota só” por parte de um apresentador global? Por que a alergia da grande mídia à educação como prioridade? A direita ditabranda não tem mais pudor de mostrar a cara no jornalismo. Quem sabe não é esse o nosso caminho da roça?

A deserção da classe média

A proscrição do trabalhismo coincide com o colapso induzido da identificação da classe média com os valores brasileiros, primeiro estágio da ruptura dos laços de solidariedade social. O medo torra os neurônios e envenena os hormônios da classe média. Temerosa da perda de status com a ascensão de novos contingentes, ela se conforma com a função de massa de manobra do terrorismo emocional da grande mídia. O casamento do conservadorismo da classe média com o reacionarismo das elites turbinou a estratégia dos Estados Unidos de dizimar os movimentos de emancipação do Terceiro Mundo com golpes militares.

De lá para cá, trancafiada em sua gaiola de latão dourado, presa aos fetiches primeiro-mundistas, cega e surda ao que acontece à sua volta, a classe média impermeabilizou-se ao diálogo. Desertou do Brasil. Não sente falta de debate público e renunciou ao livre pensamento. Esconde que acredita na eficácia da tortura e na terapia de grupo dos esquadrões de morte, desde que aplicadas exclusivamente nas vilas e favelas. Não por acaso a direita semeia e colhe a superssafra da discriminação dos pobres nos espaços interditados ao trabalhismo.

Não dá pé a gosma de preconceitos e discriminações em que bóia a classe média à procura de onde se agarrar. Cúmplice e também vítima da fabricação em massa de ignorância, mete a mão em qualquer arapuca política. Vibrou com o Homem da Vassoura, atirou-se nos braços do Caçador de Marajás, encantou-se com o charme “intelectual” de FHC, por um triz não votou na governadora do Estado campeão de analfabetismo. Sempre disponível a porra-louquices, leiloaria a Amazônia em troca de uma passagem a Disneylândia.

Nacionalismo? Coisa de museu. Interesse nacional? Desde que a Rede Globo diga qual. Espírito público? O que é? Integridade? Tem a ver com propriedade? Educação acima de tudo? Desde que não se gaste com escolas e professores. Bem comum? O meu. Quinze anos antes, a classe média estava pronta para a farra da privatização em troca de um celular. A classe média é o gato que ruge contra as propostas de integração entre o Brasil Legal e o Brasil Real.

O muro da intolerância

A desgraça de brasileiro desconfiar um do outro respinga do mal-estar da classe média com o Brasil a não ser com o luxo da empregada “de preferência que durma no emprego”. Secou o sentimento de pertencimento a um mesmo destino. Ela, que deveria dar o exemplo, para cima e para baixo, deixou de se reconhecer como elo de coesão social. Camufla o racismo na reação à cota e disfarça a aprovação a campanhas genocidas contra pobres, índios e adolescentes. Qualquer idéia maluca encontra espaço no travesseiro da classe média. Após a reeleição, a análise da vantagem eleitoral de Lula no Nordeste, uma formadora de opinião global deu o bote no ar: “Não está na hora de separar?” Foi um arroto do pensamento oculto enrustido nas leis secretas do apartheid.

Brizola trombou no muro de intolerância que substituiu as grades da truculência. Nele foi personalizada, a ferro e fogo, a mesma discriminação reservada a quem carrega na pele ou na origem social a tatuagem infame da rejeição. A determinação na luta pelas idéias republicanas de igualdade foi estigmatizada como radicalismo; a capacidade de priorizar o bem comum como demagogia; a lealdade à soberania nacional como xenofobia; o espírito público como caudilhismo; o estadista como estatista. A integridade inatacável nunca inspirou um gesto de reconhecimento de seus detratores.

Assim como Getúlio e Jango, foi vilipendiado por sua fidelidade ao ideal de justiça social, não por seus defeitos ou erros.

Os fios cruzados da história

Lembra de Brizola quem acredita no Brasil e vice-versa. Brasil e Brizola estão atados um ao outro pelos fios cruzados da história. Ao se tocar em um, o outro retesa. Era o xamã de um culto cívico que devolvia instantaneamente a alegria de viver num país maravilhoso e conviver com gente boa. Batizou-nos e crismou-nos na crença de que podíamos com nossos braços e nossa inteligência colocar o Brasil nos trilhos sem pedir benção ou licença de fora. Oficiava a fé sagrada sem a qual nenhum povo constrói o direito de assentar sua originalidade entre os demais.

Parecia um ser mitológico capaz de prodígios impossível e de provar que outros tantos estavam ao nosso alcance desde que confiássemos em nós mesmos.

Olho no olho, reacendia em volta o sentimento perdido de irmandade. A reação de quem chegava era de assuntar porque ninguém mais falava coisas tão simples e verdadeiras. Com o tempo e por conta própria descobríamos que a verdade é o bem público mais escamoteado do Brasil. A película de democracia encobre a injustiça de exclusão, inclusive do trabalhismo. Não havia diferença entre o que dizia e o que fazia. Atrasava um compromisso quando nos sentia em dúvida e seus olhos faiscavam ao formar a roda de pensação.

Nasceu com um defeito – não tinha medo. Dobrou os chefes militares na Legalidade mas naquele momento os donos do poder decidiram jamais sentar-se com ele para acertar um pacto social de inclusão. A fio de baioneta, tiveram duas décadas de prazo para ossificar o imaginário da exclusão. A pirâmide social rachou de alto a baixo e a pergunta dele bate forte na consciência: por que com tanta riqueza à vista o Brasil não dá certo?

O Mandato

Já lamentamos o suficiente que ele não tenha chegado aonde queríamos. Caímos na real, perdemos o grande mensageiro, não a mensagem. O trabalhismo precisa mergulhar no caos da perda do amor próprio de nossa gente, com humildade, para entender as causas do desânimo, da indiferença, do cinismo, da agressividade, do descaso com o que é de todos. Descascou o ovo da serpente. A degeneração da política, a corrupção desenfreada, a permissividade escancarada, o que tem a ver com a transgressão de todas as normas e a banalização da violência? Que laço se rompeu na relação de confiança de baixo para cima que dilacerou valores e referências? A deslealdade de cima para baixo esfrangalhou a lealdade de um com o outro, de todos com todos.

Até que ponto nos contamina a doença maligna que corrói a alma do brasileiro, que não será debelada com donativos sociais, ainda que imprescindíveis nas atuais circunstâncias?

Não dispomos mais, a qualquer hora, dos conselhos dele mas carregamos conosco, com a legitimidade que só dele emanava, o mandato que nos delegou:

“Nós temos a nossa responsabilidade com a história. Nosso partido é o único com determinação de assumir as grandes causas nacionais. Nenhum partido é tão nacionalista quanto o nosso. Queremos um país desenvolvido, autônomo, independente. Queremos libertar o povo brasileiro em matéria de oportunidade, de acesso a uma vida digna. O trabalhismo nasceu na Revolução de 30, de uma inspiração do presidente Getúlio Vargas, que foi evoluindo de acordo com o processo social, empenhado em garantir direitos à massa dos deserdados... Nós temos genética, somos uma grande sementeira de ideias em benefício do povo brasileiro. Temos que estar sempre onde está o povo. Existimos para dar voz aos que não tem voz. Nossa ancoragem é a área deserdada da população. Nosso guia é o interesse público e o bem comum. Há muito preconceito contra nós. Podem dizer e fazer o que quiserem contra nós, mas gente de vergonha na cara nunca fica quieta quando é questionada.... Graças a Deus somos um partido pequeno. O que adianta ser grande no tamanho e não fazer nada?”

Somos fracos em quantidade e fortes em qualidade. Aprendemos com ele a não ter vergonha de ser brasileiro nem medo de povo. Notaram que povo, pátria, nação, nacionalidade, nacionalismo, são palavras que sumiram dos jornais e dos discursos? Estamos em muito boa companhia na relação dos sentimentos refugados pela patrulha ideológica da estética da exclusão.

Era de “bom tom” negar escola aos filhos dos pobres até Brizola rebentar o cadeado da discriminação. Entraria na história, lépido e faceiro, de braços com a meninada, pelo portão de milhares de brizoletas e brizolões, se mais não fizesse. E fez muito no enfrentamento de oligarquias e oligopólios. E por isso era ainda mais perigoso. A história lhe abriria as portas pelo que disse na hora em que era de “bom gosto” calar. O “bom tom” de hoje, de democratizar a ignorância, vai perdurar até surgir outro visionário trabalhista. Qualquer programa de reeducação em massa, de emergência ou permanente, será inócuo sem o selo de qualidade do trabalhismo.

O veto das elites originou-se da obstinação de Brizola com a educação. Um sonho subversivo guiava Brizola, inspirado na saga do menino pobre que rondava escolas entre um biscate e outro. Intuiu que cabe aos filhos da pobreza a missão de civilizar as elites trogloditas.

A dissolução social

Até a derrapagem mundial, avançava a economia da importação de crescimento e exportação do lucro, e regredia a ética do Brasil Legal em relação ao Brasil Real. O PIB do poder não precisou desemperrar as fronteiras sociais, a não ser nos pontos de passagem da fila de emprego. Crescer para dentro é a receita trabalhista.

A reação à cota na universidade explicitou a cumplicidade da intelectualidade com a cronificação da desigualdade. Recomeçou a pressão por reformas para trás. A cargo da grande mídia – as cadeias de jornal, rádio e TV – a agenda do apartheid desdobra pontualmente as etapas de estranhamento e animosidade entre os do meio e os de baixo. Os do meio aprendem a se alhear da realidade, a suspeitar de pobres, a se desligar do ambiente subjetivo comum e a curtir um estilo de vida exótico.

Os de baixo são ensinados a se julgar inferiores, incapazes de assimilar os códigos de compreensão da realidade. Em retribuição à aceitação da sina sem-nada podem comparar dinheiro a longo prazo e juros estratosféricos nos bancos disfarçados de lojas de eletrodomésticos. Os de cima comemoram a separação dos brasileiros.

Dia a dia, a consciência social vai embotando, a capacidade de pensar encolhendo. “Fomos perdendo a condição de país lúcido” (2). A grande mídia cozinha o caldo do diabo em fogo colorido, à espera da hora de jogar a culpa da criminalidade nos pobres. Vem aí o mega-espetáculo da guerra civil social.

Brizola detectou a conivência da monstruosa engrenagem de desinformação com a dissolução social. Sacou a manha da estratégia de desconstrução da vontade pública e implantação em seu lugar da opinião pública prefabricada. Sua última grande investida contra a ditadura da palavra ainda será reconhecida como precursora da causa da democratização da informação. Investigou a interdição do espaço público ao debate e flagrou a intimidade dos barões da imprensa com a fina flor da pilantragem financeira. Em represália, foi catalogado como um fóssil vivo da política. O muro de lá caiu, a esquerda retrocedeu em pânico e em parte se vendeu. Só Brizola continuou forcejando contra os muros intocáveis daqui, ermitão solitário pregando no deserto os mandamentos da brasilidade.

Não faz muito, nós mesmos vacilamos diante do falso dilema socialismo X trabalhismo. Não prestamos atenção quando falou que o trabalhismo é o socialismo caboclo,moreno, mulato, mestiço. Escapamos da reforma ideológica meia sola.

Do reconhecimento dos direitos sociais à montagem da infraestrutura de desenvolvimento o Brasil chegou até aqui podendo ser ainda mais pelas mãos do trabalhismo. No balaio da memória social não há outra opção à exclusão.

Não podemos esquecer que a execração que penamos tem outro destinatário – o povo brasileiro – e isso deve nos orgulhar em vez de abater. Andamos desanimados mas não podemos baixar a cabeça. Nossa melhor homenagem a Brizola nesta hora é a reflexão sobre tudo que o trabalhismo deu ao Brasil e aos brasileiros e o muito que ainda oferece como sementeira das ideias de igualdade. Estamos proibidos de subir a rampa, não de ajudar o povo a se organizar.

PDT lança Campanha "PDT 30 Anos"


Com o slogan “O amor pelo Brasil faz a nossa história” PDT lançou nesta quarta-feira(27) na Liderança do partido na Câmara, campanha em comemoração aos 30 anos do partido. A campanha institucional reúne as bandeiras e as lutas do PDT ao longo desses trinta anos, contados a partir do assinatura da Carta de Lisboa, marco da reorganização dos trabalhistas, em 17 de junho de 1979.

A partir dessa reorganização, os trabalhistas fundaram o Partido Democrático Trabalhista em 26 de maio de 1980. O deputado Brizola Neto, líder da bancada na Câmara, convocou todos os pedetistas a se juntarem às comemorações do aniversário da Carta de Lisboa e da fundação do partido.

“Será um ano para o PDT reafirmar suas bandeiras e sua identidade. O partido continua sua luta em defesa da soberania nacional e dos interesses dos brasileiros”, salientou o deputado que lembrou a importância da Carta para a construção da legenda. E para celebrar a data, estão programados diversos eventos que serão realizados durante todo o ano. Um deles é a Sessão Solene marcada para o dia 22 de junho, no Plenário da Câmara, em homenagem ao aniversário do PDT e da Carta de Lisboa.

Ainda como parte das comemorações, foram produzidos cartazes e adesivos, alusivos à data, e que serão distribuídos para todo o Brasil. A campanha foi produzida pela Secretaria Nacional de Comunicação do PDT.



Carta de Lisboa
Em 1979 o Encontro de Lisboa – que reuniu trabalhistas que viviam no exílio e também os que viviam no Brasil - só foi possível devido ao apoio que Brizola recebeu do então presidente Mário Soares. Na oportunidade Brizola fez um discurso histórico, encerrando o evento, sobre o partido que ele imaginava ser o ideal. Como desdobramento da reunião em Lisboa, o PTB começou a ser reorganizado no Brasil por iniciativa de Brizola. Mas por manobra do General Golbery do Couto e Silva, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em julgamento totalmente político, atendendo aos ditadores da época – retirou a sigla histórica do PTB das mãos de Brizola e a entregaram aos aventureiros políticos liderados pela então deputada Ivete Vargas. O fato obrigou Brizola a fundar o PDT depois de publicamente rasgar um papel onde estava escrita a sigla PTB. Fato que Carlos Drummond de Andrade transformou em poema, publicado no “Jornal do Brasil”, na época.